quinta-feira, 14 de junho de 2012

Encontrei por aí.

Encontrei pela internet, e para tirar essa marca de "blog de textos depressivos" que não é o meu objetivo, aqui vai um link que achei muito legal.
Vale a pena!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

?


Minha indecisão de criar ou não um blog. Essa coisa de blog, cara, mexe com a gente. Não é uma coisa idiota. Não é só mais uma “stuff” na internet. Cara, é a minha stuff na internet. A minha, sabe?
Sabe o que eu tô fazendo aqui? Bom, nenhum texto bom começa com bom, mesmo que eles sejam. O som do meu computador está com uma caixinha quebrada, então toda vez que eu coloco o Zeca para tocar me sinto como minha tia que é surda de um lado. E o meu world que é de outro país, me fez automaticamente continuar redigindo aqui, no facebook.
          Tem uma música que eu gosto muito que fala "Eu não sei o que eu quero da vida, eu não sei o que eu quero do amor". Cara, o que é o amor? Eu malé má sei o que é a vida de verdade. (Mandei mal agora em uma conversa). Por que existe tanto pavor em falar sobre amor? O amor não é feito de indiretas maldosas e disso eu sei.
Olha só, eu tenho um professor que sempre fala que nós, alunos, respondemos falando o que não é, mas nunca o que é. Não me dei ao luxo de fazer diferente. Não me dei ao luxo porque talvez, ele leia isso aqui. Eu mal percebi mas a música parou de tocar, não porque ela acabou ou dei pausa sem querer. Na verdade essa versão tem dois minutos inteiros sem som, engraçado isso. Meus pés ainda balançavam no ritmo da música.
        Sabia que eu não gosto do meu nome?
Cara, hoje eu tomei 1,5L de café. Minhas mãos estão geladas. Amanhã no meu exame, ao invés de sangue, vai sai café, vai por mim. Café não é hipster. Café é amargo. Café é quente. Café anima. Não sei se hipster, o estilo de vida, se assemelha a essas características, mas as vezes parece ser tão 2012.
     Olha esse meu teclado falhando.